Páginas

sábado, 19 de setembro de 2015

Os 4 elementos

Quem nunca ouviu falar nos quatro elementos da natureza essenciais para a sobrevivência do ser humano? Quatro elementos é uma expressão que se refere aos elementos naturais: água, terra,fogo e ar. Essa expressão tem origem lá na Grécia antiga com seus grandes pensadores que tentavam descobrir qual o elemento que formava todas as coisas. O grande Thales de Milleto acreditava que a origem estava na água, já Anaxímenes acreditava no Ar e por fim Heráclito incluiu o fogo como agente criador. Mas foi Empedócles de Agrinito que adiconou Terra a esses três conceitos e concluiu que tudo era formado por quatro elementos.
Os filósofos pré-socráticos identificaram esses quatro elementos primordiais, que eram opostos dois a dois:


água (fria e úmida) x fogo (quente e seco)

ar (quente e úmido) x terra (fria e seca)


Esse conceito perdurou toda a Idade Média até o Renascimento. O conceito de elemento já não é o mesmo na física e química moderna, que considera elemento os diferentes tipos de átomos, átomos esses que formam as moléculas que por sua vez foram a matéria.
Atualmente os elementos são associados aos estados da matéria:


terra > sólido

água > líquido

ar > gasoso
O fogo é representado pelo plasma que não é matéria, é energia!


No Oriente o conceito é também bem antigo, foi disseminado na Índia e China, onde estão presentes no Budismo e Hinduísmo. Apesar da origem do conceito está na busca pela origem de todas as coisas, muitas crenças e filosofias ainda baseiam-se nos 4 elementos. Nesses casos, se apresenta de forma simbólica e espiritual, como uma forma de integração do homem com a natureza, do homem com o universo. Sábios eram os antigos mesmo, basta observar um pouco a natureza para saber que água, terra, fogo e ar estão por toda a parte.

Na astrologia os signos estão organizados a partir dos quatros elementos, cada elemento influencia três signos astrológicos.
Os elementos um a um:
Elemento: ÁGUA 


Definição: Representa 70% da superfície do planeta.

Definição científica: Molécula resultante da ligação natural do oxigênio e o hidrogênio.

Signos: Peixes, Câncer, Escorpião
Elemento: AR


Definição: Matéria que está em todo lugar.

Definição científica: Oxigênio.

Signos: Libra, Gêmeos, Aquário
Elemento: TERRA


Definição: Matéria essencial para a biosfera .

Definição científica: Solo, crosta terrestre.

Signos: Touro, Virgem, Capricórnio
Elemento: FOGO


Definição: Protege contra o frio. Na culinária, torna os alimentos mais saborosos e saudáveis pois elemina muitas bactérias.

Definição científica: Entidade gasosa emissora de radiação e decorrente da combustão.

Signos: Áries, Sagitário, Leão
Os quatro elementos juntos regem o planeta e são essenciais à vida humana!

ACESSO: https://isidrodafonseca.wordpress.com/2011/07/04/os-4-elementos-da-natureza/ 


Florais de Saint Germain


O que são e como atuam as essências florais?
Os florais são gotas de energia que atuam no campo bioenergético do ser humano, desbloqueando, transmutando e elevando padrões obscuros que bloqueiam a passagem de luz nos eletróns que compõem nossos corpos físicos e sutis.
Na planta, a flor é o elemento que possui o padrão vibratório mais elevado. Todo esse potencial energético é colhido daí na preparação das essências florais.


ATENÇÃO!
Atitudes, palavras, pensamentos, sentimentos maldosos e negativos bloqueiam a passagem da luz nos elétrons que compões nossos corpos físicos e suprafísicos e são as causas das doenças. A doença física é a cristalização de uma postura errônea de nossa personalidade, é um disturbio energético que tem seu início em um dos corpos suprafísicos: etérico, emocional ou mental. Posturas estas que vão contra a nossa Divindade Interna.



(Neide Margonari- sintonizadora dos Florais de Saint Germain)



As essências florais são naturais, não são medicamentosas e não têm contra indicação e podem ser tomadas concomitantemente com outros tratamentos, sejam eles alopáticos ou homeopáticos. Só não é recomendável misturar dois sistemas de florais ao mesmo tempo, como por exemplo: Florais de Saint Germain e Florais de Bach.

FONTE: http://fernanda-merbach.blogspot.com.br/2010/04/florais-de-saint-germain.html 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

As "Cavernas" do ser



Imagine nosso ser composto por uma matéria semelhante à terra e nosso desenvolvimento similar a uma caverna, gruta ou perfuração exploratória. 
Cada vez que desenvolvemos um dom, uma nova habilidade, uma experiência marcante ou, até mesmo, um trauma, isso corresponde a uma nova área da caverna que se amplia. 
Formigueiro Fazendinha De Formigas - Gel Nasa
Muitas vezes os túneis se cruzam dentro da terra, o que significa o encontro de ideias isoladas que se aglutinam em conceitos maiores. 
É isso que acontece com nossa mente, nossa emoção e todo o nosso ser. 
Entretanto, lembrando que, segundo o Materialismo Eclético, nosso ser é constituído de 7 (sete) corpos, com níveis e características específicas, cada corpo replica, em sua constituição, a estrutura das cavernas do ser. 
Explicando melhor, cada corpo repete as cavernas de forma similar, como pode ser percebido na figura a seguir: 
Deve-se observar que, a cada cavidade presente em um corpo, corresponde a mesma nos demais. 
Em outras palavras, uma experiência vivenciada no corpo "Espiritual Concreto" produz um direcionamento na "Caverna Mental" que se replicará nos demais corpos do ser, produzindo efeitos sutis mas que motiva eventos e transformações nos mesmos. 


Um evento no corpo material, por exemplo, pode produzir uma aglutinação de "Cavernas" que amplia o nível de consciência sobre determinada área e, com isso, repercute nos aspectos emocional, racional e espiritual. 
Vou citar aqui um exemplo bem presente em nossa realidade: O Programa Bolsa Família. 
Uma população com uma estrutura mental limitada ao nível da subsistência e que nunca havia de forma significativa experimentado um certo nível de conforto, educação escolar, tecnologia, etc, amplia sua estrutura mental na mesma proporção que amplia suas estruturas físicas de consumo. 
A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.... Frase de Albert Einstein.
Retirar o Programa da vida das pessoas não as fará retornar ao estágio anterior, de desconhecimento e de apatia em relação à sua condição de espoliados. Tenderão, assim, a implementar esforços a retomar e/ou a manter o nível de vida alcançado. 
Enfim, o que diríamos da "Caverna de Platão", exposta em figura no início desta postagem? 
O que em um nível material pode ser descrito como a saída da caverna por um indivíduo pode significar, em nível racional abstrato, a libertação da mente das amarras da ignorância e das ilusões. Esse raciocínio associativo de Platão só é possível pela existência de correlação entre os sete corpos do ser. 
Outro estudo que se poderia fazer é o das associações subliminares, presentes em anúncios, imagens ou textos diversos, com o objetivo de convencer, estimular ou afastar os indivíduos de situações específicas. 


IMAGENS: 
http://andreabertoncel.com/tag/mapas-mentais/
http://valedefringilideos.blogspot.com.br/2012_01_01_archive.html 
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-694616838-formigueiro-fazendinha-de-formigas-gel-nasa-_JM
http://pensador.uol.com.br/frase/MTQw/ 

A Pirâmide e seu potencial pedagógico simbólico


    FONTE: http://www.dgz.org.br/jun08/Art_04.htm 





    Na atualidade, imagens geométricas, como a pirâmide, têm sido usadas para auxiliar no entendimento do conceito de informação. Essa forma geométrica, que é conhecida desde os primeiros estudos na escola formal, possui dimensão composta por três lados, um ápice em ângulo oposto à linha reta que serve de base. A figura 1 serve como um modelo para hierarquizar objetos análogos a estoques e, entre eles, o fluxo, representando a ação interna que o indivíduo executa pelo contato dos seus sentidos com a informação.

    Figura 1: Pirâmide de Fluxos e Estoques.

              Fonte: Barreto (2002, p. 68)

    A pirâmide, para Barreto (2005), busca qualificar para se compreender, através da imagem, pela largura de cada degrau sobreposto, com a base larga e o ápice afunilado. A base mostra um estoque subjetivo de idéias, fatos e sensibilidade no indivíduo; o próximo degrau integra a informação como estoque num degrau menor; ela passa os dois degraus como fluxo de conhecimento e da inteligência, até chegar ao superior; o ápice, o saber como menor degrau atingido. É na qualificação da quantidade mínima, largura do degrau, pelo intelecto que o fenômeno da transformação manifesta-se no sujeito, no comportamento social e cultural.



    Fala-se da informação como fenômeno, visto que é o fogo que se manifesta na reação química entre o oxigênio e o material inflamável. É o fenômeno informação que emana no indivíduo que transforma a sociedade e, como parte do sistema, é transformado por ela.



    Mas pensar a informação apenas na sua manifestação física nos suportes para comunicação é prendê-la a um corpo corruptível, que necessitará de cuidados para preservação. Em uma tradução livre do pensamento de Rojas (2005, p. 53), “ a informação existe como qualidade secundária de um objeto particular: o signo lingüístico registrado”.

    Assim, a informação, além de comparada a um estoque na pirâmide de Barreto (2002), é também identificada em um fluxo “segmento, seqüência, sucessão, de eventos dinamicamente produzidos, que determinam o encadeamento ou a vicissitude dos acontecimentos relacionados com as práticas da informação.” (Barreto, 2002, p. 67). Nos dois momentos, há que se destacar o envolvimento do sujeito com a informação, portanto a informação pode estar além dos suportes.

domingo, 6 de setembro de 2015

Os "Sete Corpos" humanos, segundo o Materialismo Eclético

O conceito de "Sete Corpos" é algo que pode parecer novo, mas quero esclarecer que trata-se de uma reinterpretação de diversos conceitos presentes na numerologia pitagógica e cabalística.
Primeiramente, remeto você a observar a figura a seguir, onde descrevemos os Sete Corpos humanos: 


Observando com atenção a figura e a legenda ao lado, pode-se perceber uma escala ascendente da materialidade à espiritualidade. 
No Materialismo Eclético partimos do pressuposto de que "tudo é matéria, até o espírito". Assim, toda a figura acima corresponde à existência humana e natural do Cosmos. 
Todos os seres são formados por esses Sete Corpos. 
Faremos uma descrição especificamente da raça humana, tendo em vista a urgência da compreensão de seu contexto em meio à teoria do Materialismo Eclético. 
A figura é formada por duas pirâmides invertidas. A com base para baixo corresponde à materialidade. A com base para cima corresponde à espiritualidade. 
A lógica da figura é a de que, quanto mais elevada é a pirâmide de baixo, mais se fortalece a espiritualidade, e vice versa. 
Exaltar nosso aspecto mais material significa manter a base da pirâmide inferior mais carregada. 
Entretanto, a pirâmide inferior oferece energia vital à supeior. Por sua vez, a pirâmide superior oferece energia de consciência à inferior. 
Vida e consciência buscam um equilíbrio cósmico dentro do ser. A "vida" corresponde à estabilidade, referência de continuidade à existência. A "consciência", por sua vez, corresponde ao movimento intencional, disciplinado. 
Mas, enfim, o que nos interessa em tudo isso? 
O que conta, aí, é a orientação do que devemos fazer para alcançar o equilíbrio e o desenvolvimento pessoal e cósmico. 
O que devemos fazer é, na verdade, estimular nosso ser ao exercício de nossas pirâmides em todos os seus níveis, desde o mais material ao mais espiritual, e vice versa. 
Práticas religiosas, massagens, meditações transcendentais, estudos teóricos, debates, e muito mais, são algumas das ações capazes de estimular o fluxo energético entre essas duas pirâmides. 
Muitos dons podem se manifestar após o início desse processo de estímulos, o que não deve ser objeto de vaidade pois, esta, inibe a continuidade do estímulo por seu processo de anestesiamento da mente e uma tendência à acomodação. 
Outro aspecto a se considerar é a relação da teoria dos "Chacras" com a dos "Sete Corpos". Segundo a primeira, o "Corpo" tem sete Chacras que, por sua vez, constituem-se canais de energia, onde se capta ou se perde força. Entretanto, na teoria dos "Sete Corpos", os Chacras são, na verdade, canais de abertura (comunicacional e logística) para energias vitais de cada corpo. 
A figura dos "Sete Corpos" relaciona-se com diversas outras teorias ocidentais e orientais de explicação da constituição do ser cósmico, como a Estrela de Davi, a Árvore da Vida, a constituição septenária, e muito mais. 
A descrição de cada corpo e como eles se relacionam será apresentada em outra ocasião. Contudo, faz-se necessário um debate mais apurado acerca da teoria dos "Sete Corpos", devendo eu deixar pelo menos este registro preliminar a fim de provocar a discussão. 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Perder ganhando... ganhar perdendo... no Materialismo Eclético

O conceito de Karma está muito presente na cultura oriental especialmente no que se refere à sequência de vidas intercaladas por períodos de morte. 
Entrentanto, para o Materialismo Eclético, busca-se tratar desse conceito a partir da visão de que ele constitui-se, não um princípio de vida e morte, mas sim, de equilíbrio universal das coisas em nosso mundo. 
O princípio básico é o de que tudo o que fazemos produz uma reação exatamente contrária com vistas à manutenção do equilíbrio universal do Cosmo. 
Uma agressão, tenha certeza, terá uma reação. Se não for da pessoa agredida, será do próprio Cosmo. Isso vale, também, para elementos e seres da natureza de uma forma geral. 
KarmaUma pessoa que deseja muito uma determinada conquista precisa ter em mente que isso custará uma perda, um desgaste referente a algo que gosta muito. 
Isso se manifesta seja em um objeto, um animalzinho de estimação, seja referente a pessoas queridas. 
A saúde, frequentemente, é alvo do karma de equilíbrio. Uma pessoa que venha a conquistar uma vitória sobre uma contenda pode vir a adquirir uma doença crônica, um câncer ou, mesmo, a perder um membro do corpo. 
Uma pessoa que usurpa um cargo, uma posição social e/ou uma conquista de outrem precisa ter em mente que haverá um movimento contrário da energia cósmica e este precisa estar preparado e ciente para quando isso acontecer. 
Essa reflexão é bem mais profunda do que se possa imaginar e não se encerra aqui. 

Por outro lado, tendo consciência dessa força contrária de equilíbrio, ao se promover ações de autoprivação de prazer, provoca-se uma reação contrária de conquista do mesmo. 
A abstinência, já tratada em outra ocasião pelo Materialismo Eclético, provoca um desequilíbrio cósmico que promove crédito energético ao indivíduo que a pratica. 
A abstinência funciona, aí, não somente como instrumento de geração de crédito, mas também, de retorno energético (pagamento) ao Cosmos. Com a Abstinência é possível "pagar" uma dívida cósmica e, com isso, evitar um retorno energético com vistas ao novo equilíbrio. 

por: Jânio Rocha Ayres Teles 

IMAGENS: 


domingo, 24 de novembro de 2013

A teoria da Cor




 


   
 Falar de luz é também falar de cor.
A cor é fortemente influenciada pela luz.
SEM LUZ NÃO HÁ COR!
 
  




Imagina que é de noite, estás no teu quarto com as luzes apagadas, totalmente às escuras. Consegues ver o teu armário, a porta, a cama ou alguma outra coisa? Claro que não! Não consegues ver nada porque não há luz. Para conseguires ver é necessário que haja luz.

Desde sempre, o homem reconheceu que a luz era muito importante para a perceção de tudo o que o rodeava, o azul do céu, o verde das plantas, o vermelho das flores ou do sangue dos animais... Porém, a explicação física do fenómeno não foi conhecida senão no século XIX. Dois séculos antes, em 1665, Sir Isaac Newton descreveu que a luz do sol podia ser decomposta em várias cores fazendo-a passar por um prisma de três faces. Isto produzia um espectro que ia do vermelho, passando pelo laranja, o amarelo, o verde e o azul até ao violeta.


Esta teoria foi o ponto de partida de vários estudos sobre a teoria da cor até aos nossos dias.


Hoje sabemos que:

Sem luz não há cor. Só podemos ver a cor real de um objecto quando está iluminado por uma luz natural ou artificial. Na natureza, tudo é composto de elementos químicos. Cada objeto tem propriedades diferentes que são caracterizadas por diferentes graus de absorção e de reflexão da luz.
Então porque vemos que determinado objeto é vermelho? ou azul?




Quando a luz (composta pelas sete cores) incide sobre o objeto, as suas propriedades fazem com que das sete cores, seja refletida apenas o vermelho. Todas as outras cores são absorvidas. 
 

Quando a luz (composta pelas sete cores) incide sobre o objeto, as suas propriedades fazem com que das sete cores, seja apenas refletida o azul. Todas as outras cores são absorvidas.
 

E o que acontece com o branco e o preto?



Quando a luz incide num objeto branco, todas as sete cores que compõem cada raio de luz, são refletidas.
É por isso que em zonas quentes, como na região do Alentejo, as casas são maioritariamente pintadas de branco: tornam-se mais frescas no verão porque refletem os raios solares.



Quando a luz incide num objeto preto, todas as sete cores que compõem cada raio de luz, são absorvidas.
É por isso que no verão não deves usar roupa preta: torna-se muito quente porque absorve todos os raios solares.

 
 Porque é que quando chove e está sol ao mesmo tempo, aparece o arco-íris? 
 O arco-íris resulta da decomposição da luz branca (tal como acontece com o prisma triangular). Quando a luz atravessa as gotículas da chuva surgem as sete cores: VERMELHO, LARANJA,AMARELO, VERDE, AZUL, ANIL e VIOLETA.
 




Desde sempre, o homem procurou representar a cor nas suas criações. Utilizava tintas que extraía de plantas, minerais e animais. Pintava e decorava os espaços onde vivia, os objectos que usava, as suas roupas, etc. 


 
 

As cores utilizadas provinham da terra. Por exemplo o carvão dava o preto, os vários tipos de terras argilosas davam o vermelho, o castanho ou o amarelo. Estas cores eram misturadas com gorduras e aplicadas com pincéis feitos com pelos de animais ou até sopradas através de ossos ocos.

 
  Nos nossos dias, encontramos uma grande variedade de tintas obtidas a partir de produtos naturais e químicos à base de óleos e água. 
  



Cores Primárias são cores que parecem ter luz própria e que não se obtêm por mistura de outras.
As cores primárias são:

  
 
AMARELO

MAGENTA

AZUL CIANO
 



Cores secundárias são cores que se obtêm através da mistura de duas cores primárias.
As cores secundárias são:

       
  
 Amarelo Azul Ciano VERDE 
 









 
 Amarelo Magenta LARANJA 
 









 
 Magenta Azul Ciano VIOLETA 



As cores complementares são aquelas que se encontram diametralmente opostas no círculo cromático.

Clica no link para ver como se constrói ocírculo cromático?

Assim temos as seguintes cores complementares:
 VERDE
 MAGENTA
  
 
AMARELO
 

VIOLETA
 
 
AZUL
 

LARANJA
 



São o branco, o preto e os cinzentos. Misturando o branco com o preto, gradualmente, obtemos uma vasta gama de cinzentos.
Se ao preto adicionarmos o branco:

Se ao branco adicionarmos o preto:






A cor influencia o estado de espírito e transmite sensações diferentes às pessoas.
Se pensarmos no calor ou no amor associamo-los ao vermelho, laranja e amarelo, que são cores quentes.




Quando pensamos na água, na chuva ou nas grandes florestas, temos uma sensação de frescura e associamo-la ao azul,violeta e verde, que são cores frias.







A cor pode assumir determinadas simbologias de acordo com o significado que se lhe atribuir. Por exemplo, é frequente ouvir “a fome é negra” e que o "verde é a cor da esperança".
A cor assume também diferentes significados conforme a função que desempenha como por exemplo: os semáforos.







cor da pureza,
cor da virgindade, da inocência
cor da higiene, da limpeza
cor do frio,
cor da simplicidade, da paz
cor da sabedoria e da velhice
cor da aristocracia, da monarquia
ausência de cor
cor do divino







cor preferida por mais de metade da população ocidental
cor do infinito, do longínquo, do sonho
cor da fidelidade, do amor, da fé
cor do frio, da frescura, da água
cor real e aristocrática






Por excelência, a mais bela das cores
cor do signo, do sinal, da marca
cor do amor
cor do perigo e da proibição
cor do dinamismo e da criatividade
cor da alegria e da infância
cor do luxo e da festa
cor do sangue e do fogo
cor da matéria e do materialismo







cor do destino,
cor da fortuna, do dinheiro
cor do acaso, da esperança
cor da natureza, da ecologia,
cor da saúde, da frescura
cor da juventude,
cor da permissão, da liberdade
cor do que é estranho
cor ácida, que pica e envenena







cor discreta
cor da tristeza e da penitência
cor da serenidade
cor do sofrimento
cor do silêncio







cor da luz e do calor
cor da prosperidade e da riqueza
cor da alegria, da energia
cor da doença e da loucura
cor da mentira e da traição
cor do declínio, da melancolia, do outono







cor da morte
cor da falta, do pecado, da desonestidade
cor da tristeza, da solidão, da melancolia
cor da austeridade, da renúncia, da religião
cor da elegância e da modernidade
cor da autoridade







cor do entusiasmo
cor animada
cor atrevida
cor da alegria

 
 
 MISTURA ADITIVA DA COR

Se quiseres saber o que é clica aqui.
MISTURA SUBTRACTIVA DA COR

Se quiseres saber o que é clica aqui.
 
 
Produzido por © 2007 Todos os direitos reservados