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domingo, 24 de novembro de 2013

O HOMEM INTEGRAL, NO MATERIALISMO ECLÉTICO

Segundo Huberto Rohden no seu livro “Educação do Homem Integral”, o homem integral pode ser representado por três círculos parcialmente sobrepostos e parcialmente independentes, deixando no centro uma área comum a todos os círculos:


De acordo com a física, a luz incolor é a síntese de todas as cores. Quando a luz incolor passa por um prisma triangular, ela se desdobra nas sete cores do arco-íris.


Tomando por símbolo da alma a luz incolor do centro, compreendemos que todos os círculos podem ser afetados por esta luz. Assim, a verdadeira educação do homem integral só pode partir do centro do seu Eu, porque só esta luz incolor atinge o corpo, a mente e as emoções.

Por aí se compreende que a verdadeira educação do homem integral só pode ser auto-educação, partindo do centro da natureza humana, e não uma alo-educação, partindo de algum dos círculos periféricos.

Agora você pode estar se perguntando: então qual é a função do professor? E eu respondo: adivinhe? Mostrar o caminho por onde o aluno possa se auto-educar (lembrando que educação é diferente de instrução, veja mais na postagem anterior).

Ou como escreveu Herman Hesse (Nobel de literatura):
“Nada lhe posso dar que não exista em você mesmo,
Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens além daquele que
há em sua própria alma.
Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a
chave.
Eu o ajudarei a tornar visível seu próprio mundo, e isso é tudo”.


Ainda conforme Rohden, o escopo supremo da educação é tornar o homem feliz, realmente feliz. A verdadeira educação mostra ao homem o caminho para ser feliz, seja no gozo, seja no sofrimento. Esta felicidade não é um “prêmio” dado ao homem bom; a felicidade é ele mesmo, quando sua consciência está em harmonia com a alma do Universo!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A leitura é a centelha do cérebro

Ler Leitura Read ReadingA mente humana constitui-se em duas grandes realidades existenciais: 

- a extensão física; 
- a extensão ideológica. 

A predominância de uma ou de outra determinam a identidade e a personalidade dos seres. 
Por sua vez, o trânsito entre ambos os polos constitui o elemento de evolução dos seres. 
Entretanto, a simples mudança de polaridade não constitui-se, por si, a própria evolução. O trânsito constante, frequente e estável entre essas polaridades promove um estado de intenso desenvolvimento do ser de modo a proporcionar-lhe uma expansão de consciência acima da média. 

A leitura surge, aí, como elemento ou instrumento de promoção do trânsito entre as duas polaridades da mente humana. 
O indivíduo com características marcadamente racionais pode acentuar esse aspecto de sua personalidade ao realizar leituras de cunho racional. 
Por outro lado, ao implementar leituras com as características do polo oposto promovem um estímulo à sua consciência, à sua mente, no sentido da sensibilização para o estado oposto do ser. 

De imediato, ou em curto prazo, isso provoca um estado de desconforto no ser e, até, desestabilização da consciência. Contudo, a insistência e permanência nesse processo de caminhar para o polo oposto proporciona a liberação de energias que se encontram potencializadas nos estado mentais do indivíduo. 

paismodernos-crianca-lendoLer, aí, constitui-se uma centelha energética que provoca o acender da pólvora (metafórica) dos conceitos e dos estados de consciência do ser e que desencadeiam processos de expansão de consciência. 

Pena que há indivíduos que permanecem em um estado de letargia da leitura. Alguns não aprendem a ler e, por isso, estarão condenados a um estado de limitação mental a seu estado de consciência, de cultura e de visão de mundo. Na verdade, uns poucos "ilumidados" conseguem superar esse estado sem que tenham a capacidade da leitura. 
Por outro lado, há aqueles que, mesmo sabendo ler, não exercitam essa atividade e permanecem de maneira intencional e/ou inercial em seu estado de letargia. 

Para aqueles que querem expandir sua mente, pratique a leitura e, se queres intensificar esse processo de expansão, leia textos com características diferenciadas de seu nível de consciência. Você observará uma abertura mental e uma mudança de consciência jamais previstas por você. 

Experimente! 

Jânio Rocha Ayres Teles
 
 
 
 
IMAGENS:
 
 
 

sábado, 23 de março de 2013

O Super Homem de Nietzsche, a simbiose e o poder

Friedrich Nietzsche
Analisar-se-á, aqui, o conceito de Super Homem, de Friedrich Nietzsche, filósofo alemão. 
Observe-se o trecho a seguir: 

"Super Homem é o termo originado do alemão Übermensch, descrito no livro Assim Falou Zaratustra (Also sprach Zarathustra), do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, em que explica os passos através dos quais o Homem pode tornar um 'Super-Homem' (homos superior, como no inglês a tradução também pode ser compreendida como super-humano).
  • Através da transvaloração de todos os valores do indivíduo;
  • Através da sede de poder (vontade de potência), manifestado criativamente em superar o nihilismo e em reavaliar ideais velhos ou em criar novos.
  • E, de um processo contínuo de superação.
O Super-homem foi contrastado com a ideia do "último homem", que é a antítese do Ubermensch. Visto que Nietzsche não era considerado um exemplo de Super-homem em seu tempo, (através do “porta-voz” de Zarathustra), ele declarou que havia muitos exemplos de últimos homens. Zarathustra atribui à civilização de seu tempo a tarefa de preparar o vinda do Übermensch. Na compreensão deste conceito, entretanto, tem-se que recordar a crítica ontológica de Nietzsche quanto ao assunto individual que reivindicou “uma ficção gramatical”. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Super_Homem_(filosofia)") 


O filósofo alemão Friedrich Nietzsche apresentou o conceito de Super Homem o que se mostra muito interessante para a Filosofia e que aqui, na Filosofia do Materialismo Eclético, encontrando lugar e significação. 
A vontade de poder do ser humano encontra na simbologia do Super Homem seu ápice de realização. 
O ser humano busca superar sua impotência, configurada sob o conceito de Niilismo, buscando todas as situações possíveis para fortalecer sua presença no mundo enquanto instância de poder. 
Contudo, a visão de poder que advém de cada ser humano depende de sua auto visão de ser. 
Como assim? 
Um ser humano que entende os limites do seu ser enquanto corpo físico imediato buscará encontrar seu Super Homem na instância corporal, esforçando-se por obter um corpo forte, bonito e saudável. 
Sua aparência, nesse contexto, torna-se algo que simboliza poder, concentrando-se, na maioria das vezes, no ato sexual como ápice da realização do Ser Humano. 
Por outro lado, um ser humano que identifique-se com uma ideologia, uma comunidade ou um contexto de vida tende a buscar a superação do Niilismo trabalhando para doar-se ao seu objeto de poder. 
Eis o caso de pessoas idealistas que se doam por uma causa, um movimento ou uma comunidade. 
São pessoas que apresentam um grau de simbiose elevada em relação a instâncias exteriores a seu próprio ser e que estabelece um grau de prioridade superior à sua autoconservação. Normalmente essas pessoas dão a vida por essas instâncias exteriores. 
Aí é que está a relação entre o conceito de Super Homem, de simbiose e de poder. 
Todo ser humano busca alcançar o grau de Super Homem. Contudo, alguns limitam-se à visão individualista e imediatista de seu ser. Outros, por seu turno, superam a espacialidade e a temporalidade em prol de um ganho futuro e/ou superior à sua imediatez. 
Pessoas que se entregam nessa simbiose abdicam de vivenciar prazeres e benefícios diversos de cunho imediato e alimentam um sonho ou um projeto maior e em um tempo futuro. 
Grande parte das pessoas não consegue alcançar seu objeto. Contudo, aquelas que o conseguem, normalmente, paralisam seu processo e acomodam-se em um estado de êxtase sereno. 
Aí se inscrevem aquelas pessoas que tem muitos dons e muitas oportunidades mas não conseguem ter ânimo ou visão ampliada para agarrar essas chances que se-lhe apresentam. 
A proposta do Materialismo Eclético, na verdade, não se configura na escolha de uma visão individualista e/ou ampliada de Super Homem. Trata-se, na verdade, de implementar um processo dialético semelhante ao Big Bang de expansão e retração dessa visão de poder. 
Em outras pessoas, o ser humano precisa saber transitar de uma visão de ser individual para uma visão ampla tanto espacial quanto temporal. 
Não deve viver sempre em processo de busca de algo distante, platônico, seja temporal, seja espacial. Contudo, não pode acomodar-se a um estado alcançado pois, dessa forma, promoverá sua estagnação e, ainda, retração. 
Um processo de vivência dialética do individual e do global fortalecem o ser e o deixam sempre estável a esperar, quando necessário, e a avançar, quando preciso. 
O hábito de vivenciar esse movimento cíclico de expansão e retração, de forma voluntária, amplia a sensibilidade do ser para identificar quando é necessário praticar um estado ou outro. 
Essa é a visão do Materialismo Eclético sobre o tema proposto. 

Jânio Rocha Ayres Teles 
FILÓSOFO

IMAGENS: 

http://professorakaroline.blogspot.com.br/2013/02/3-ano-filosofia-nietzsche-e.html 
http://www.google.com.br/imgres?hl=pt-BR&biw=1092&bih=541&tbm=isch&tbnid=YLfTs2WHjJhbGM:&imgrefurl=http://www.simplesmentebeijaflor.com/simbiose.html&docid=3L4qC9svLXQB7M&imgurl=http://www.simplesmentebeijaflor.com/top_simbiose.jpg&w=750&h=531&ei=QbpNUbzSDrfh4AOd7YDADg&zoom=1&ved=1t:3588,r:4,s:0,i:105&iact=rc&dur=1607&page=1&tbnh=184&tbnw=267&start=0&ndsp=8&tx=135&ty=43

domingo, 23 de dezembro de 2012

Yin Yang no Materialismo Eclético


Segundo a filosofia chinesa o yin yang é a representação do positivo e do negativo, sendo o princípio da dualidade, onde o positivo não vive sem o negativo e vice e versa. O criador desse conceito foi I Ching, ele descobriu que as formas de energias existentes possuem dois pólos e identificou-o como Yin e Yang. O Yin representa a escuridão, o princípio passivo, feminino, frio e noturno. Já o Yang representa a luz, o princípio ativo, masculino, quente e claro. Além disso, também são indicados como o Tigre e o Dragão, representando lados opostos. Quanto mais Yin você possuir, menos Yang terá e, quanto mais Yang possuir menos Yin você terá. Essa filosofia diz que para termos corpo e mente saudável é preciso estar em equilíbrio entre o Yin e o Yang. Há sete leis e doze teoremas da combinação das energias Yin e Yang:

As leis são; 
1. Todo o universo é constituído de diferentes manifestações da unidade infinita;
2. Tudo se encontra em constantes transformações;
3. Todas as contrariedades são complementares;
4. Não há duas coisas absolutamente iguais;
5. Tudo possui frente e verso;
6. A frente e o verso são proporcionalmente do mesmo tamanho;
7. Tudo tem um começo e um fim.

Os teoremas são;

1. Yin e Yang são duas extremidades de pura expansão infinita: ambas se apresentam no momento em que a expansão atinge o ponto geométrico da separação, ou seja, quando a energia se divide em dois;
2. Yin e Yang originam-se continuamente da pura expansão infinita;
3. Yang tende a se afastar do centro; Yin tende a ir para o centro; E ambos produzem energia;
4. Yin atrai Yang e Yang atrai Yin; Yin repele Yin e Yang repele Yang;
5. Quando potencializados, Yin gera o Yang e Yang gera o Yin;
6. A força de repulsão e atração de todas as coisas é proporcional à diferença entre os seus componentes Yin e Yang;
7. Todos os fenômenos têm por origem a combinação entre Yin e Yang em várias proporções;
8. Os fenômenos são passageiros por causa das constantes oscilações das agregações dos componentes Yin e Yang;
9. Tudo tem polaridade;
10. Não há nada neutro;
11. Grande Yin atrai pequeno Yin; o grande Yang atrai o pequeno Yang;
12. Todas as solidificações físicas são Yin no centro e Yang na periferia.

O Yin e o Yang são representados pela figura abaixo:



O lado negro é o Yin e o branco o Yang; o pequeno círculo branco no lado negro significa que o Yin possui o Yang e, o círculo que o lado branco possui significa que Yang possui Yin.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O PENSAMENTO E A MATÉRIA... O OVO E A GALINHA!

De maneira similar à pergunta sobre o que veio antes...    "o ovo ou a galinha", traz-se à tona a pergunta...    o que veio antes, o pensamento ou a matéria?
Em outras palavras, o que é preponderante sobre o que, a matéria é que determina o pensamento, conforme dizia Marx, ou é o pensamento que determina a matéria, conforme apregoavam os idealistas, como Kant? 
Mente e a Matéria, a Como o Pensamento Pode
Eis uma incógnita que confronta duas linhas teóricas do pensamento ocidental, onde se fazem polares o Idealismo e o Materialismo. 
Nesse sentido, aí se insere a corrente de pensamento aqui emergente chamada de "Materialismo Eclético". 
Fundamentalmente há a preponderância do Materialismo quando se considera que o magnetismo da matéria influencia a forma do pensamento e a movimentação da própria matéria. 
Por outro lado, o pensamento constitui-se o magnetismo tornado autônomo em relação à matéria mas que, de certa forma, se alimenta da mesma. 

Complexo? Confuso? Impossível? Vejamos! 

O pensamento formata-se como uma estrutura magnética mais ou menos cristalizada em uma determinada mecânica energética estabilizada. 
origem fohat lux Nosso NomeEssa estrutura cristalizada forja-se a partir de contextos e/ou movimentos da matéria e, em determinada circunstância, ganha autonomia em relação ao contexto e à matéria que a gerou. 
Assim como a relação entre os corpos celestes no cosmos, os corpos terrestres e humanos respeitam as leis naturais do magnetismo, seja no aspecto corporal, seja no mental. 
Como uma forma de visualização desse quadro, vejamos a figura do planeta Júpiter, composto essencialmente de gazes. Trata-se de um planeta, mas com uma constituição diferenciada do planeta Terra. 
As ideias são como planetas, só que formados por energias formatadas em estruturas cristalizadas. 
Essa relação magnética se estabelece tanto entre ideias quanto destas com a matéria. 
Contudo, em última instância, essas estruturas energéticas precisam de tempos em tempos, dependendo de sua mecânica própria, retornar à matéria para alimentar-se, para extrair da matéria a energia ali acumulada e que clama por expansão. 
Em outras palavras, é como se a galinha sentisse que, ao botar um ovo, retorna à sua origem e ganha nova vida em sua missão sobre a Terra. 


IMAGENS: 

http://argonautasblog.blogspot.com.br/2010/05/o-ovo-ou-galinha.html 
http://livraria.folha.com.br/catalogo/1039891/mente-e-a-materia-a-como-o-pensamento-pode
http://pensamentos-online.blogspot.com.br/2011/01/o-pensamento-e-fisica-quantica.html
http://www.propaganda-jundiai.com.br/fohatlux/index.php/nosso-nome/



domingo, 2 de dezembro de 2012

O pragmatismo do "Efeito Borboleta"

O Materialismo Eclético encontra no Efeito Borboleta uma 
representação bastante evidente da materialidade dos acontecimentos a partir das sutilezas das relações da matéria. O fato de ser etéreo não significa que o fenômeno não é material. A espiritualidade, a partir dessa visão, muitas vezes é fruto da movimentação sutil de fenômenos materiais. 
Por isso, compreendamos o fenômeno do Efeito Borboleta e reflitamos acerca de sua configuração enquanto realidade do Materialismo Eclético: 

"Efeito borboleta é um termo que se refere à dependência sensível às condições iniciais dentro da teoria do caos. Este efeito foi analisado pela primeira vez em 1963 por Edward Lorenz. Segundo a cultura popular, a teoria apresentada, o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo. Porém isso se mostra apenas como uma interpretação alegórica do fato. O que acontece é que quando movimentos caóticos são analisados através de gráficos, sua representação passa de aleatória para padronizada depois de uma série de marcações onde o gráfico depois de analisado passa a ter o formato de borboleta.

Teoria do caos
O efeito borboleta faz parte da teoria do caos, a qual encontra aplicações em qualquer área das ciênciasexatas (engenhariafísica, etc),médicas (medicinaveterinária, etc), biológicas (biologiazoologiabotânica, etc) ou humanas (psicologiasociologia, etc), na arte oureligião, entre outras aplicações, seja em áreas convencionais e não convencionais. Assim, o Efeito Borboleta encontra também espaço em qualquer sistema natural, ou seja, em qualquer sistema que seja dinâmico, complexo e adaptativo. Existe um filme com o nome "The Butterfly Effect" (Efeito Borboleta) fazendo referência a esta teoria.


Dinamismo do efeito borboleta
Esse tipo de efeito quando restrito a uma ou duas variáveis, fixando-se as demais, tende a ser simples e aí, somente nesta situação não natural ou limítrofe, é que as leis da ciência clássica podem demonstrar a previsibilidade de um sistema fechado. Neste caso aumenta a rigidez sistêmica e o Efeito Borboleta pode ser mapeado de forma bastante simples. Alguns estudiosos afirmam que deixa de existir, porém, é conhecido que a resultante de determinado cálculo quando passa a ser dado numérico de outro (e assim por diante), influi em seu resultado, portanto, atua o Efeito Borboleta. Isto foi descoberto (quase por acaso) por Edward Lorenz quando estava trabalhando com previsões meteorológicas no MIT e verificou a influência ocasionada em sistemas dinâmicos quando são feitas alterações muito pequenas nos dados iniciais inseridos em computadores numéricos programados para fazerem cálculos em série.

Descrição de ocorrência do efeito borboleta
Em 19 de fevereiro de 1998, computadores do sistema de previsão de tempestades tropicais dos Estados Unidos diagnosticaram a formação de uma tempestade tropical sobre Louisiana em três dias. Sobre o Oceano Pacífico um meteorologista daquela agência descobriu que havia uma pequena diferença nas medições executadas, e que estas poderiam prever uma pequena diferença no deslocamento das massas de ar. A diferença foi detectada através de uma movimentação do ar em maior velocidade na região do Alasca. Em função das diferenças, houve uma realimentação de dados nos computadores, estes refazendo os cálculos previram que a formação da tempestade tropical em Lousiana não ocorreria, mas haveria sim a formação de um tornado de proporções gigantescas em Orlando, na Flórida, o que realmente ocorreu em 22 de fevereiro de 1998.

Somatória do erro e incerteza dos sistemas rígidos

Na ciência clássica, em geral se transformam os sistemas abertos, ou seja, os sistemas dinâmicos, complexos e adaptativos, em sistemas fechados para poder aplicar as leis conhecidas que privilegiam as linearidades em detrimento das não-linearidades. Isto ocorre para facilitar e simplificar a análise de dados. Mas, ao se tomar uma decisão mínima, considerada muitas vezes insignificante, tomada com plena espontaneidade, nos sistemas dinâmicos abertos, poderemos gerar uma transformação inesperada num futuro incerto.
Por isto, neste tipo de sistema, quando restrito a uma ou duas variáveis fixando-se as demais, e somente nessa situação chamada limítrofe, o sistema se torna fechado, e o Efeito Borboleta aparentemente não atua, causando assim a impressão de um sistema estático.

Definição matemática
Um sistema dinâmico evoluindo a partir de f^t indica uma dependência estreita entre as condições finais em relação às iniciais. Se for arbitrariamente separado um ponto a partir do aumento det, sendo um ponto qualquer M aquele que indica o estado de f^t , este mostra uma sensível dependência das circunstâncias finais a partir das iniciais.
Portanto, havendo assim no início d>0 para cada ponto x em M, onde na vizinhança de N que contém x exista um ponto y e um tempo τ temos : d(f^\tau(x), f^\tau(y)) > \delta \,."


FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_borboleta 

IMAGENS: 

http://saojoaquimonline.com.br/19/12/2011/o-efeito-borboleta-realmente-existe/ 
http://pumpkinjuice.zip.net/arch2006-01-01_2006-01-31.html 
http://confissoespastorais.com.br/biblecast/biblecast-94-o-efeito-borboleta/ 
http://blogsergiofreire.wordpress.com/2010/01/25/efeito-borboleta/ 
http://leiaquandoquiser.wordpress.com/2010/11/01/teoria-do-caos/

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A materialidade da RESPONSABILIDADE

Sentir-se responsável por alguém, alguma coisa ou pela gestão de um órgão ou ente governamental constitui-se uma situação de estímulo à inteligência humana no sentido de torná-la, voluntariamente ou não, apta a exercer tal incumbência.
O fato de se assumir a coordenação de um trabalho, a defesa de um posicionamento ou a construção de uma solução para uma problemática estimula o cérebro humano a produzir caminhos neurológicos capazes de encontrar, ou construir, os direcionamentos para tais demandas.
Contudo, como isso ocorre com pessoas que nunca tiveram as mesmas experiências? Como elas podem alferir sucesso sem ter sido capacitadas especificamente para esse fim?
Daí advém a qualificação neurológica dos indivíduos, que pode ser construída a partir do conceito de arquétipos mentais.
Mas a reflexão ainda não se conclui aqui. Faz-se necessária ainda muita reflexão e debate. Por isso, conclamo os nossos seguidores e leitores a participar desse processo dialético de reflexão.

Jânio Rocha Ayres Teles
FILÓSOFO
Chapadinha - Maranhão